Blog da Leardi

Os novos limites para o crédito imobiliário

  • 13/03/2026


Na ultima semana, o noticiário destacou anúncios de ampliação do credito imobiliário, tanto no segmento econômico como no alto padrão. A proposta para a minha casa minha vida prevê o aumento do teto de renda em todas as faixas. Faixa 1, por exemplo, subiria de R$ 2.850 para 3.200, enquanto na modalidade voltara à classe média, o teto passaria de  R$12 mil para R$ 13 mil. O valor dos imóveis financiáveis também deve ser elevado: na faixa 3, o limite subiria de R$350 mil para R$ 400 mil, e na faixa da classe média, o teto chegaria a R$ 600 mil, antes os R$ 500 mil atuais. A mudança ainda depende de aprovação do conselho curador do FGTS. (CNN).

A Caixa também reabriu as contratações pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) para imóveis com valor superior a R$ 2,25 milhões. A retomada foi viabilizada por mudanças promovidas pelo Banco Central em 2025 nas regras do depósito compulsório, que ampliaram a disponibilidade de recursos do SBPE. (Globo)

Financiamentos imobiliários com recursos da poupança somaram R$ 12,1 bilhões em janeiro de 2026, uma queda de 8,2% em relação a janeiro de 2025 e de 28,4% frente a dezembro. Apesar do recuo, o volume representa o quarto melhor resultado para um mês de janeiro na série histórica. No acumulado de 12 meses, os financiamentos atingiram R$ 155,2 bilhões, uma retração de 15,7% em relação ao período anterior. O número de unidades financiadas também caiu, com 35,7 mil imóveis em janeiro, queda de 5,5% na comparação anual. Como reflexo da menor disponibilidade de fundos da poupança, as operações com recursos livres ganharam força, somando R$ 2,26 bilhões no mês, uma alta de 3,5% em relação a janeiro de 2025. (Valor Econômico)

Apesar das boas novas, o presidente do Instituto das Cidades e fundador da Holding Sindona, Bruno Sindona, levanta um alerta: o problema não é mais vender, e sim produzir. Segundo ele, o modelo de financiamento atual é focado no projeto específico, na unidade, e não na capitalização da indústria da construção para que ela possa se modernizar e ganhar escala. Esse gargalo produtivo é agravado por um cenário de juros – ainda – elevados. Com a taxa Selic em 15% ao ano e juros reais acima de 9%, o custo do tempo tornou-se um fator econômico determinante. (Estadão Imóveis)


Fonte: https://imobireport.com.br


Acesse nossas redes sociais:

Instagram - @paulorobertoleardi

Facebook - Paulo Roberto Leardi



Posts Relacionados

#

5 hábitos de um corretor de sucesso

Está definido na lei 6.530. Apenas os corretores de imóveis com registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) podem intermediar compra, venda ou locação de um imóvel. Portant

#

3 sinais de que franquia imobiliária é para você

O modelo de franquias já está mais do que consolidado no Brasil. É só olhar ao seu redor para ver os mais diferentes exemplos - de restaurantes e lanchonetes a lojas de presentes e roupas. Já

Quer receber novas ofertas?

Cadastre-se e receba novos imóveis direto na sua caixa de e-mail